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Zum Zum Zum

Eta mundinho cão! Tô num zum zum zum danado... é enchente, catástrofe, minha viagem que melou igual bunda de bebo... uns caraio... Saímos daqui rumo á Bolívia... na fronteira fomos informadas de que as estradas estão impraticáveis, há guerrilheiros pelo caminho, e o período de chuvas é traiçoeiro... então... Nos hospedamos no Itauba, um hotel de um brasileiro, em Guayaramerim, muito limpo, com chalés lindíssimos, um paraíso com animais silvestres, uma represa deliciosa que eu não tive coragem de entrar, uma delicia... Muita Paceña [uma cerveja forte, deliciosíssima!!!!!], papas, porres, tequila, escorregões, argentino admitindo que Pelé joga mais que Maradona [beba chata, fazendo outro bebo chato admitir], ver a Aline felizona, cheirar banheiro fedido de ônibus, sei lá... foi bom ó! Os outros planos, fica pra depois! Voltei á ativa, depois tem postagem decente.... Bjos á todos e todas!

Fotografias III

Meu filho! Fotografia no acamps de História de 2009- UNIR Ah, se o tempo parasse... ...

Férias!

Época de rever conceitos. Analisar as merdas feitas durante um ano inteiro. A privada da vida, minha gente, não joga os dejetos no esgoto se você não puxar a descarga. Estou puxando a minha, aos poucos. Puxe a sua também. Mas nada de se meter em religião como eu vejo um monte de gente fazendo, pq acha que tudo vai melhorar se receber a benção de um pastor. Revoltante. Mais ainda tem neguim flutuando na minha privada. Gostaria de poder dizer adeus á certas pessoas e nunca mais voltar, ligar o foda-se e dar o fora. Estou fazendo isso por estes dias, mas por pouco tempo. É aliviador. Pegar uma mochila véia, umas havaianas, umas roupas de frio do caralho e meter o pé na estrada. Acordar sem destino, sem eira nem beira. Uma cidadezinha após a outra. Pessoas e mais pessoas que eu não vou precisar ver nunca mais. Eu e minha fiel escudeira Aline, vamo mulher, a vida passa!!!!!!!!!!!!! Destino tem: La Paz, Copacabana, Lago Titicaca [Isla del Sol]. Os planos eram outros, mas aconteceram imprevis...

Ele confessa!!!!!!!

Eu sei, eu sei caros leitores. O "n" está do contrário. Mas é que este homem é historiador. Andamos sempre quebrando regras e 'pré-conceitos". Adriano é nosso querido fã [das Libidinosas], afilhado de Renatinha ano que vem na Babilônia, e vive online no chat do ENEH! É da UFRRJ/IM - não o chamem de carioca, por favor! ahuahauhuhauhauahauha Muito obrigado querido! o/ Voilá! É

Save Me

Lembra os bons dias. Onde ainda existia amizade. Onde amanhecer de ressaca num sítio repleto de amigos era prazeroso. Agora, tudo é só. Só. Eu. You struck me dumb, Like radium Like Peter Pan, or Superman, You will come... to save me. Come on and save me... If you could save me, From the ranks of the freaks, Who suspect they could never love anyone, Except the freaks, Who suspect they could never love anyone, But the freaks, Who suspect they could never love anyone. Bom fim de semana galére!

Lê, não lê!

Ela tem olhos de índia, cor de mel, cor puro âmbar. Mas é Má, infinitamente Má. Te mantém trancado na torre mais alta do último recanto do país. Lá onde derramou-se leite ao invés de sangue. Chove todo dia e você, pobre inocente, imbecil que é, não consegue descer. Alimentam-se de insegurança, de porradas conferidas um ao outro, dia após dia. Bebem o líquido que brota de seus corpos suados, cansados. É um latejar constante. Um piora a doença do outro. Um é o veneno do outro. Vão matando-se aos poucos. Má, muito Má. Eu espero, que nesta noite chuvosa, você receba notícias minhas pelo mensageiro que mandei. Lê devagar e saboreia as palavras que te escreví entre raios e trovões dentro de uma casa completamente destruída. São palavras furiosas, sanguinárias. Maldições de todo tipo. Mas palavras não fazem mau a ninguém. E agir, a essa altura do campeonato é covardia. Deixo que se matem. Se estrangulem escada abaixo. Que ela te aperte dia após dia, com sua pele escamosa, entre seus anéis, at...

A Grande Guerra

Andou errante, procurando um sentido para "ser". Andou cambaleante, procurando um apoio onde se "recostar". E só encontrou pó, no verão, e lama no inverno como companhia. Foram anos difíceis durante a Guerra, e ele sentia frio de vez em quando. Um frio recortante, um frio inexplicável em plena primavera. Era um maldito sobrevivente. Uma peste que deveria ser aniquilada á todo custo. Diferente , maltrapilho, barbudo e fora do eixo. Uma máquina que produzia horror. Uma máquina que produzia sensações diversas. Fedia muito, e a cera de ouvido escorria abundante pelos lados do rosto. Cego, coxo e débil. Mas ainda assim, melhor que qualquer um que eu conhecí. Sorriso sincero, mãos que tremiam descontroladamente. Um nervoso constante. A inquietude dos abandonados. Dos que vivem da compaixão humana. Vinha sempre ás cinco em ponto. Conversávamos na quitanda até eu lhe oferecer janta e pinga. Sua Guerra, não era a Guerra Civil e tampouco foi a Segunda Grande Guerra Mundial. E...