Pular para o conteúdo principal

Postagens

Sonhos...

É pq ele merece que eu vim aqui fazer este post! Estou sem tempo, desculpem,. mas logo logo tem coisa nova! Bruno Rocha, que embalou meus sonhos, minhas frustações, meus embalos de Unir á noite!

Lugar de metal, é...

Não resistí! PS: não estou sendo preconceituosa... é apenas uma tiração de sarro com quem idolatra o estilo musical... Não sou lá fã do som, mas já bati cabeça por aí. Não lembro onde achei a imagem... Bjos á todos!

Em mente...

Coragem. É a lei da vida. Viver. Insuportavelmente, invariavelmente, incontroladamente, estupidamente, ardentemente, inutilmente, especialmente, apaixonantemente, ferinamente, compulsivamente, escandalosamente, libertariamente,profanamente,espetacularmente,livremente, entristecidamente,entretidamente, infernalmente,dolorosamente,alucinadamente,precariamente... Mente. Isso aí. A vida mente. E a mente... esquece!

Ao mestre, com Horror...

A velha ave de rapina Os olhos da in-verdade O drama da con-testação O a-lunado A só-lidão O tur- bilhão de caos A formatação alheia O não brilho dos que não tem mente: per-tuba As ó-ras da não compreensão A-luna A-luno A coragem do dizer A máquina tribal Formigas de um mundo ca-pital Decapitar o mau, a Grande Ignorância A desfragmentação das horas Documentos descongelando ali, no fogão, a dó-cumentação da História A velha ave de rapina e o caos... ************************* É que essa semana, lendo mensagens de orkut, ví que uma figura que eu gosto mesmo e admiro, está deixando a UNIR (Universidade Federal de Rondônia) em busca de novos ares. Recifenses, creio eu. Alberto, valeu, o poema é em sua homenagem. Saudade do ser só.

Á um puto, com amor...

Rasga a carne, saliva por entre os dentes Rasga a roupa, morde minha pele Cheira a genitália, e de leve, mordisca o clitóris... Ama o cheiro, os pelos encravados da púbis e a coluna cheia de pelos arrepiados... Arde por entre as pernas Arranha os seios, passeia por entre as curvas arroxeadas Geme por entre ondas, aperta a nuca arqueada, o canto da boca que escorre sangue. Dobra os joelhos por entre as pernas e enfia por dentro sua masculinidade. Jorra seu detergente cheio de descendentes futuros , donos de todo o mistério humano. E mal sabe ele ser um mero produto de mercado Achado ali na esquina. Simples, bobo e mau pago. Que, ainda por cima, beijou a boca. Pobre puto.