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Tempos Modernos

Foi um jantar super agradável.
Fazia tempo que ninguém me levava pra sair e se mostrava tão "cavalheiro".
Gentil e atencioso, me ligou á tarde, marcamos educadamente de nos vermos novamente, agora, mais "descontraidamente". Se é que me entendem.
Não transei no primeiro encontro, achei melhor não queimar o filme de cara, esse é pra namorar, pensei, lógico. Entendam, estou na fase da carência afetiva, todas nós temos.
Tá, tá, não sou puritana e nem idealizo relacionamentos, mas gosto de carinho misturado á sexo selvagem de vez em quando.
Gosto das coisas boas da vida, e sexo faz parte do meu ranking de prioridades.
Estranhezas á parte, vamos ao que interessa.
Depois do fettuccine ao molho de queijo, um bom vinho chileno e umas boas e escandalosas risadas minhas, resolvemos dar uma esticada até o apto. dele.
Rolamos nos travesseiros, esquentamos bem o clima, tudo perfeitamente perfeito.
Assim, redundante mesmo, caríssimos.
Até ele correr pro banheiro e voltar com um consolo enooooooooorme!!!!!!!!
Eu gosto. Bastante, é claro!
Mas quem mais gosta, é ele.
Droga!
Quando não é uma vadia de uma mulher, é um caralho de um consolo pra me tirar as "perfeições" da vida.
Ô vidinha viadinha!
Tá certo, eu sou bastante moderninha. Mas enfiar consolo em homem, não consigo!



___________

Faz parte dos contos curtos. Sobre sexo e mulheres antropofágicas.

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